Safe sex
Há coisas que me fazem uma «espéce» do caralho. Ontem jantei com uma amiga, daquelas que nunca pode estar comigo porque tem sempre imenso que fazer, ndr. ir a exposições, ler «imensa coisa», tomos enciclopédicos provavelmente, cinema, teatro, participar em colóquios, conferências, voltar a ler «imensa coisa», dar-se com a cúpula intelectual lisboeta, dar aulas na faculdade, enfim, a mulher não pára. Relações conheci-lhe algumas. Umas mais fugazes que outras, mais ou menos intensas, não interessa. Gosto dela porque apesar de não falarmos exactamente a mesma linguagem, dividimos a mesma opinião por um dos meus assuntos favoritos: o sexo. É das poucas mulheres com quem já partilhei casos (post mortem, entenda-se...os casos, claro...), e com quem falo abertamente das dúvidas que me assolam neste plano. Aqui a conversa flui sem grandes entropias. Partilhamos experiências como quem troca receitas vegetarianas e ajudamo-nos mutuamente a encontrar a fórmula perfeita para a performance sexual como quem procura o ingrediente secreto na melhor loja gourmet. Com ela, aprendi que o sexo pode e deve ser requintado, estético, que a plasticidade do acto lhe confere beleza e aumenta o grau de excitação.
Estávamos ontem em mais uma destas conversas, quando cai a pedrada no charco. Eu comentava com ela a dificuldade em fazer um bom broche com preservativo, na minha clara incapacidade de o colocar com a boca, quando sou questionada com a força de um trovão tropical: «Mas tu fazes broches com preservativo?», ao que eu respondo «Sim, no início, quando conheço mal a pessoa, todos nós temos um passado...». Silêncio. «Sim, ok, preservativo, claro, mas só quando há cópula, que sabes que eu tenho pavor da SIDA, mas ainda assim, eu nunca fiz um broche com preservativo.» «Mas eles vêm-se na tua boca?», ao que ela diz, «Sim, claro...»
O assunto mudou rapidamente o rumo. Ela porque ficou constrangida, eu porque fiquei embasbacada. Não consegui articular mais nada sobre o assunto, também não era necessário... Ficou no subtexto. É muito complicado depararmo-nos com aquilo que não sabemos e que é de capital importância. Foder sem preservativo é perigoso. Fazer broches e ter sémen na boca cuja proveniência conhecemos mal, também. Às vezes deleitamo-nos com a estética do acto, e perdemos aquilo que é verdadeiramente importante. Discutimos sobre se o sexo é legítimo, se é justo, feio, porco. Se somos umas putas na cama, umas freiras, frígidas, cabrões egoístas. Mas quantos de nós o fazemos, realmente, de forma segura?
Quem nunca pecou que atire a primeira pedra...


53 Comments:
Às vezes é tão bom escondermo-nos numa pretensa ignorância... Atirem-me com todas as pedras:)
Carlota,
concordo plenamente contigo. Excepto quando as ignorâncias se pagam caro, como esta que referi aqui...
De resto, eu cá gosto muito de me fazer de parva...dá cá um jeitão às vezes...
bjs.
Minha cara Bourgoise,
No seu meio só existem tipas que brocham com devoção?! Não há possibilidade de as dessiminar por esta ditosa pátria!?
Eu nunca pequei.
Mais que tudo, prezo pela minha vida. E procuro continuar a ser "imorrível".
Há sempre risco de contrair SIDA, mas no sexo oral a percentagem é mínima. Mas o RISCO é real, e existe.
O risco maior, é de quem é a parte activa, ou seja, quem mama ou lambe.
No caso do broche, quem é mamado, praticamente não tem risco. Só existirá se houver uma ferida na boca que sangre, que a saliva e respectivos ácidos não anulem esse sangramento e que exista contacto directo com a mesma. O risco será o mesmo que o beijar (em caso de existência de ferida). Ou que tocar numa feriada de alguém infectado. O risco é diminuto, mas existe.
Para o minete, quem oferece a coninha para deleite, os riscos são análogos aos descritos anteriormente.
Voltado à parte activa, quem mama, ao receber o sémen, em princípio (sendo engolido) ele vai ser ser digerido pelo estômago, pelo que nem se colocaria uma eventual situação de risco. Contudo, sendo o HIV um vírus (dimensão quase celular), muito se tem discutido se ele não será logo absorvido pelo organismo na boca, à semelhança do que sucede com a maioria dos líquidos (por exemplo, a água começa a ser obsorvida pelo nosso organismo pela língua). Esse seria o mesmo risco para quem executa o minete.
Contudo, são muito poucos os casos de HIV entre os grupos de homossexuais femininos (que também é um grupo tendencialmente menos "promíscuo"). Será isso indicação que pela boca não morre o peixe?
Isso é como jogar à roleta russa: o risco é diminuto, mas sabemos que ele existe. Mas só entre no jogo quem quer, e aí, deverá estar disposto a arcar com as respectivas consequências.
Em caso de dúvidas, para mim, não dou lugar a qualquer benefício. Tenho um objectivo, e não pretendo ser afectado por uma pulsão de momento. Paciência e conhecer melhor a pessoa, testes, confiança, e foder com mais intensidade e frequência.
Claro que é mais fácil e conveniente fazer de conta que não se sabe ao que se vai... A opção é de cada um. Que seja consciente.
Cumprimentos,
Explícito
Ganda posta, Sissi.
Muito bem.
Muitíssimo bem.
Palminhas. :)
Explícito,
é como diz o ditado: nunca fiando...
Já que é versado no assunto, que me diz do HPV (Human Papiloma Virus)?
Bock,
(agradeço, corada...)
Eu estava a querer dizer que já fiz unsafe sex várias vezes. E que, apesar de não me sentir orgulhosa, não fazer disso um princípio, nem o aconselhar, há alturas em que não penso, me esqueço dos riscos... alturas em que fico simplesmente à espera de nunca vir a pagar caro por isso, de me ficar sempre pelo grupo dos que aos quais "isso nunca acontece". Enfim...
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Pois, explícito, tens toda a razão.
Porém, tinha ficado com a ideia de que, pelo que li, o minete é (pelo menos estatísticamente) menos perigoso para quem o faz do que o broche.
O que é uma grande maçada é que com o minete não há, ao contrário do que sucede com o preservativo masculino, alternativas viáveis. Nem sei se o preservativo feminino permite fazer 'minetes seguros', mas francamente isso do preservativo feminino nunca convenceu ninguém...
Carlota,
quase todos nós já fizémos unsafe sex e mentalmente nos incluímos nesse grupo. Porém, uma pessoa ouve cada coisa que...mais vale prevenir...já me habituei a andar com o preservativo na carteira e por muito desgradável que seja o seu uso, que é, acabo por me sentir mais segura quando faço sexo (coisa que como tu sabes não me acontece vai para N, e yadayada...não vamos por aí...ehehehe).
Bock,
o preservativo feminino não convence ninguém, não senhor, principalmente os homens... (ai)
O meu problema continua a ser no belo broche. Broche com preservativo não me dá tusa absolutamente nenhuma. A culpa não é minha. A culpa é da quantidade de pénis simpáticos que me têm passando pela vista e que ainda não tive o prazer de conhecer intimamente. Não lhes consigo resistir e opto conscientemente pela inconsciência. Mais uma vez digo que não me orgulho desta postura. Estou simplesmente a dar o meu testemunho.
Minha Cara Bourgoise,
Tenho discurso de médico?! Não vou confirmar, nem desmentir (toda a mulher gosta de um médico).
Sobre a HPV, é uma dst, ou seja, doença sexualemente transmissível. É uma doença que tem cura, e que pode ser detectada por testes corriqueiros como o papanicolau. Muitas pessoas são portadoras do vírus sem apresentar sintomas, continuando a transmitir a doença.
Solução: preservativo!
Mais informação: http://www.gineco.com.br/index3b.htm
Caro Bock,
O sexo oral é sempre mais "descansado" para quem recebe. Mas nem sempre é fácil determinar se há feridas na boca (há microrupturas que são impossível de verificar a olho nú, e não é certo que essas possam constituir risco, ou ser livres desse).
O preservativo feminino permite fazer minetes seguros, mas será dificl provocar satisfação e agrado nos intervenientes.
Cumprimentos,
Explícito
Carly (n é giro o nome...?),
como eu te compreendo...onde fica a nossa tusa com o plástico lá metido???? Ninguém nos compreende... Eu faço assim: é metade-metade. Estou metade na diversão sem preservativo,e depois, dependendo do grau de excitação da pessoa, tentando antecipar o líquido pré-seminal e semen propriamente dito, coloco o preservativo ou vou até ao fim de forma «manual», ou melhor ainda, a coisa dá-se para outro lado que não o orifício bocal... isto, claro, quando conheço mal a pessoa em causa. Por isso gosto de ter amantes. Isso sim é sexo seguro!! ;-)
Caro Explícito,
tem discurso de terapeuta...quiçá psiquiatra...mas isso n interessa nada, embora um médico dê sp jeito...
Qt ao HPV, não é certo que algums formas do virus podem resultar em cancro do colo do utero?
Por acaso não considero os amantes sexo seguro... eu tenho amantes, ele tem amantes, elas têm amantes, eles têm amantes, enfim, a extensão da coisa é infinita!
Lady Carly, faça favor!:-)
Lady Carly,
óf córse que aquilo dos amantes era uma piadola...o único sexo realmente seguro que conheço é, para grande pena minha, aquele que nunca praticarei: a abstinência...
Mas do mal o menos...antes assim com pessoas que já conhecemos e a quem podemos pedir, sem pruridos, uns testes de rastreio, que outra coisa qualquer...
Não se preocupem caríssimos, foi um engano, que eu, por acaso, até sou bem baratucha.
Minha Cara Bourgoise,
Mas que raio... A olhar como médico. Se fosse como um Adónis...
Poderá dar origem a cancro do colo do útero se as lesões da HPV não forem tartadas de forma atempada.
Aos interessados, deverão consultar o seu médico.
Fulano de tal come fulana de tal, e essa fulana come fulano x... Que salganhada...
É possível ter sexo seguro com amantes. Desde que esses sejam exclusivos, conscientes e responsáveis. E que tenham coragem de assumir se houve outros contactos sexuais desprotegidos, avisando a outra parte interessada. Mas é aqui que reside o problema: a frontalidade, a confiança e respeito.
Cumprimentos,
Explícito
Cumprimentos,
Duquesa de Carly,
você? baratucha???? um diamante por lapidar???? Give me a break!
Caro Explícito,
só poderia olhá-lo como Adónis se o estivesse a ver, que isto da tusa mental é muito bonito mas não é tudo...
Qt. ao HPV, já consultei o meu médico, mas como ele não visita o blog...;-)
As salganhadas, como você disse, existem, como sabe. E a exclusividade é cada vez menor em todos os tipos de relações, sejam amantes ou daquelas soit disent monogâmicas. A frontalidade e sinceridade são teorias bonitas, porém pouco praticadas. Uma vez pedi a um pré-amante que fizesse o teste da sida comigo (meaning, os dois), só para nos descansarmos e o sexo poder ser mais prazeroso. Escusado será dizer que nunca mais o vi...
cumps.
Meu caríssimo Médico Adónis, será que me conseguiria ser explícito na sua resposta à pergunta que me atormenta há anos? Onde fica exactamente, explicitamente, o Ponto G, como lá chegar e quais as suas verdadeiras virtudes para além dos mitos? Ser-lhe-ia eternamente grata se lhe aprouvesse esclarecer esta alma ignorante, sim, porém aberta aos conhecimentos alheios. Atenciosamente.
Nunca recebi um bico com preservativo, mas não me parece que seja grande coisa.
Eu sou muito cuidadoso, tenho um medo que me pelo do HIV, mas nunca me passaria pela cabeça pedir a uma mulher para me por o preservativo antes de me fazer um broche.
Sem querer ser demasiado optimista, é mesmo dificil contrair HIV com sexo oral. Aliás, por muito que vos surpreenda, nem está documentado cientificamente que isso possa acontecer. Chamam-lhe risco teórico, ou seja não há nenhum caso no mundo em que exista a certeza que o virus tenha sido transmitido por sexo oral. E reparem que a sexualidade entre homesexuais às vezes fica-se mesmo pelo sexo oral.
Claro que quem decida pagar por um bico em Monsanto sem preservativo é estupidamente audaz, mas, para a generalidade das ocasiões, não me parece que sexo oral sem preservativo seja uma inconsciência por aí além...
Rainha, coro com tão belo e gentil elogio ao meu grau de pureza... mas sabe tão bem quanto eu que, nestes tempos de infortúnio, há que alterar a estratégia e tentar levar (trazer) o súbdito ao engano...;)
Lady Duquesa,
todos os elogios são poucos à sua pessoa!!
E sim! Como bem sabe, uma pessoa para levar ou trazer já só pagando, e mesmo assim...;-)
bjs.
Milinho,
em se falando de sexo, cá estás tu, meu taradão!
Concordo que sim, que o risco é ínfimo, mas não é porque tu ou nós, gajas, não gostamos de fazer broches com os sacos de supermercados postos que as coisas não acontecem...Qt. a mim, como já disse, nunca fiando... Já me aconteceram coisas, assim out of the blue, de hipóteses ínfimas, que cá vieram parar. You know what they say...qué las hay, las hay...
bjs.
Para isso preferia uma punheta de mamas, sinceramente.
Milito,
tenho que escrever um post sobre essa merda...
Caralho! Se houver aí uma mulher que, exceptuando o prazer de dar e ver prazer, conseguir ter tusa com a perspectiva de fazer uma punheta de mamas, por favor, acuse-se!
LOL!:-) Totalmente de acordo Sisse!
Claro. Mas o prazer de dar e ver prazer é dispiciendo? Porque é que julgas que eu gosto de lamber a roseta a uma gaja?
Alias, o prazer do homem na punheta de mamas é apenas visual. Portanto, ou é feito com vontade e convicção, ou é uma palhaçada...
MIlo,
concordo perfeitamente! Mas há coisas e coisas. Broches e minetes eu entendo. Botões de rosa tb, e atenção falo da relação bi-univoca do botão em que o homem faz e a mulher tb (e n vamos para a homofobia bullshit). Em suma, compreendo tudo, menos a punheta de mamas. pq ainda por cima, o Silicon Valey nem sequer é levemente parecido com uma pussy ou com um butt. Nem na forma, nem no textura, temperatura, nada. Portanto, só o vejo como prazer visual como dizes, mas totalmente desiquilibrado relativamente ao prazer que dá.
Mas enfim, nos tempos que correm, o que eu n daria por uma, e yadayada... (here we go again)
LOL!
Hoje não consigo deixar mais que um sorriso
:)
Cara Bourgoise,
procuro ter um mínimo de garantia "exclusividade" para poder actuar sem "rede". Eu faço isso, pois é da vida de alguém que se trata. E espero receber o mesmo tratamento. A Vida é uma, e essa é a única coisa que não admite falhas. Não quero um dia descobrir que estou fodido porque uma gaja, uma puta de cara*** (aqui sim) não soube dizer que deu um trancada com um cabrão qualquer e que não se protegeu.
Uma menina/senhora que me solicitasse fazer todos e quaisquer testes sobre a SIDA e outros respeitantes a DTS encarava isso com um grande elogio, e a certeza que estava perante uma pessoa sensata que ali afirmava o que queria: grandes fodas!
Cara Carlota Joaquina,
Presumo que se drigisse à minha pessoa. Quem lhe disse que sou médico!? Isso dos bloques dá origem a muitos boatos...
O meu palpite: o Ponto G é psicológico, pelo que não tem localização específica. Perdoe a linguagem crua, mas a mulher antes de um animal sexual, é antes de mais um animal psicológico.
Contudo, háquem diga que o Ponto G fique imediatamente acima do clitóris. Se assim fosse, julgo que já teria sido encontrado. Alguém o achou?!
Caro manaramilo,
Ai se Pratt o ouvisse...
É difícil contrair HIV via sexo oral, mas o risco existe e efectivo. Pelas razões que referi antes. São factos documentados cientificamente. Há poucos casos, mas existem situações de casais homossexuais que afirmaram manter apenas sexo oral, e contrairam a doença. Mas isto está condicionado com a veracidade das declarações, uma vez que não foi em laboratório.
Claro que quem decida pagar por um bico em Monsanto sem preservativo é estupidamente audaz (...)
Permita-me que lhe coloque uma questão: porque é audaz um bico pago em Monsanto, que outro arrancado num canto do Kremelin? Se para si o sexo oral sem preservativo (não) seja uma inconsciência por aí além, então que risco existe em receber um bico em Monsanto? Falta aqui alguma coerência. Não é pela aparência de quem brocha que o risco será menor. A cara feia e gasta, tem o mesmo risco que uma boca carnuda que sabe a rosas..
Cumprimentos,
Explícito
Companheiro explicito,
Já percebi que está bem informado. Parabéns para si, eu também estou. Eu não disse que não havia risco, disse que a comunidade cientifica o considera teórico, ou seja possível mas não documentado. Às vezes exagera-se o perigo por causa da prevenção, para não entrar em facilitismos, numa lógica parecida ao excesso de velocidade nas auto-estradas.
O exemplo de Monsanto é fácil de perceber, desde que se queira. Não há falta de coerencia nenhuma. A taxa de incidência de HIV entre as putas de Monsanto é seguramente superior à da clientela do Kremlin. Logo, o risco, de infimo, passa a infimo e meio.
Pois eu cá concordo plenamente c/ Mr. Explícito!
Quem me dera k todos os gajos pensassem assim...
Pois claro, q um preservatovo tira mt magia à coisa... mas bolas!!!! bolas! bolas!!! Ai a minha vida!!!!
O q eu gostei destes comentários de hoje!
Parabéns Alteza! :o)
(fazendo uma vénia ;o))
bjs
É o Noiseformind a falar de SIDA, é a nossa Imperatriz a falar de preservativos. Tenho de conceder que o espaço para bom sexo online sem ataque à consciência começa a ser cada vez mais exíguo :(((((
Pois, uma gaja que pergunta qualquer coisa sobre fazer um broche... é sempre motivo de grande algazarra. Pois, direita ao assunto: um broche não se faz com presavativo. Não existe sequer a hipótese. E também não se engole. Só porque se quer, se por acaso se quer.
Mas, com as excepções que a vida faz acontecer... um broche se faz quando...
Dizemos então que de início há perigo... mas depois, quando os conhecemos, não há... sábia filosofia esta...
Que maravilha.
Isto está um autêntico blog-in-blog.
Caro Explícito,
estamos esclarecidos. Vivam as boas fodas, o cuidado e os testes de despiste!
Milo,
calma pá, ninguén te está a atacar!
Anónimo nº 1,
Eu gosto que a minha consciência esteja presente em tudo o que faço, especialmente no plano sexual. Mas não obrigo ninguém a fazer o mesmo, obviamente...
River,
se gostou, volte sempre!
Alexandre,
tem razão sim senhor...
bacci a tutti
#1: As pessoas adoram falar de sexo.
#2: Quanto mais se fala menos se faz.
#3: Quando este blog não fala de sexo quase que não há comentários.
#4: Houve umas quantas princesas que deixaram de frequentar este blog.
#5: Andam a ver muito canal de TV sexy-hot.
e assim a tua amiga descobriu o porquê dos preservativos com sabor...
Anónimo,
#1 - true. Confere.
#2 - menos true, embora no meu caso, neste momento, confira.
#3 - totalmente true. Confere.
#4 - mais ou menos true. Princesas neste blog existo apenas eu. As restantes são Ladys e Duquesas. Confere que deixaram de aparecer.
#5 - False. O canal Sexy Hot já não existe. Foi susbtituído pelo Venus, embora eu prefira o Playboy TV.
E mais? Só isso?
Patsy,
diz que foi assim, sim senhora!
bjs.
Sexyhot?
... se eu nem Cabo tenho!
(...Salvo seja!)
E de gatas? Alguém percebe de gatas?!
tenho 2 gatas ... pk?
(sinto q perdi o fio à meada desta conversa...)
Duquesa de Carly,
de gatas gosto! Dos bichos e da posição!!! (LOL)
Assim de repente não sei mais nada...em querendo falar de Labradores...;-)
bjs reais!
Patsy, dear, não perdeu nada o fio à meada, eu é que introduzi assim de repente um novo tema (sim, Sissi, também achei que não era assim tão fora do assunto:-)), pois desde ontem dei por mim com uma Jaquina em casa e ainda me sinto um pouco verde em assuntos felinos...
Alteza de Carly,
o assunto é do mais a propósito!
A Patsy, para além de uma Dear, com duas bichanas em casa, poderá, certamente, informá-la sobre a melhor forma de cuidar da sua Joaquina (posso tratá-la por Jackie? Tipo a Onassis? No fundo era quase da realeza, como nós...)
não há nada que saber nem a fazer: os gatos são os bichos mais inadaptáveis que existem. deixe lá a Jaquina que ela sabe cuidar-se (só precisa de um baldito de areia, comidita e água). O mimo ... bem, o mimo é só quando lhe (à Jaquina) apetecer, não depende de si.
ó sissi, Onassis não! essa família tem uma maldição, credo!
Apre! Pois é! Mas pode ficar Jackie na mesma? Vá lááááá....
Jackie para a madrinha!:-) Mas eu fico-me pelo Jaquina, que era o nome da gata de uma tia minha e adoro:)
Cara Sissi,
Permite-me a liberdade de levantar alguns pontos em relação ao teu post. É que são várias as dúvidas que tenho em relação às tuas ideias.
Pergunto antes de mais se nunca nenhum dos teus parceiros sexuais te questionou relativamente ao uso do preservativo na “fase oral da coisa”? Penso que eu não olharia para a coisa com a maior das naturalidades, sem levantar a questão.
Em segundo lugar pergunto se a reacção obsessiva em relação ao sexo seguro se aplica a todo o comportamento sexual. É que embora defenda o sexo seguro, tenho noção de que existem riscos e eles são algo com que tenho de viver. Quando quero sexo seguro recorro à masturbação. Fora desse departamento existem sempre riscos e se os sobredimensionar acabo por não gozar o momento.
E por ultimo pergunto-me uma coisa. Em faixa etária estão vocês? Pergunto isto por me sentir um pouco incrédulo ao ler alguns dos posts e respectivos comentários. Dado o tipo de escrita, o estilo e os temas abordados não direi que vocês são quarentonas divorciadas, ressentidas com uma vida que não correu ou está a correr de acordo com a planificação inicial. E no entanto vejo mulheres solteiras e jovens, que pelo que escrevem mostram ser inteligentes e independentes descreverem uma vida sexual monótona e problemática. O que se passa? Para um gajo solteiro e que procura apenas bom sexo faz uma relativa confusão este discurso fatalista. Ou talvez seja eu……
Perdoa-me a liberdade e o à vontade para colocar as questões mas fiquei surpreendido.
Já ouviram falar em monogamia? Credo esta geração abandalhou-se de vez.
monogamia, sim, mas um pouco de aventura também tem sempre o seu lugar
Falaram aqui na Monogamia, e de facto essa deve ser das melhores formas de Safe Sex.. Haja respeito e confiança, (e eventualmente uns testes de despiste, considerando sempre os 6meses de período de janela......) e aí já pode haver toda a espécie de actividade sexual e sensual sem grandes problemas..
O meu problema agora é mesmo esse.. Pois se no passado já bebi e dei a beber bastante leitinho, agora, solteiraõ já há séculos, estou em vias de me encontrar com um moçoilo, (hoje mesmo!...) e já sei mais-ou-menos o que ele vai querer... Então lá fui vasculhar o Guga, e antes de cá parar, ainda passei na sala dos Profs, ora vejam lá.. http://www.educacao.te.pt/professores/index.jsp?p=169&id_art=236 ;)
Bem, quanto a Anal é certinho que vai levar com borracha, porque eu não ando aqui a comer gelados com a testa, já no Oral (que é de hora-a-hora, como sabem.. ;p ) não o consigo encarar lá muito bem sendo "plástificado"... Já larguei a chupeta há mais de 30anos! Eheheh.. E ninguém aqui chupa rebuçados sem desembrulhar o plástico pois não?... ;)
Mas "prontes", vamos ver como correm as coisas mais logo.. Sendo certo que riscos há sempre. Podem ser é pequenos, quando comparados..
Gostei de ler o post, os comentários, e como me deixaram à vontade, decidir escrevinhar algo também..
Cumprimentos à Gerência e demais visitantes. =)
Abreijùs, DN
Ah, caso n tenha ficado claro, é um Gay que vos escreve.. ;) espero que não haja Princesas nem restante classe Nobiliarquica incomodada.. Eheheh..
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